Magic, or as we usually say, Art

Wyatt McGaffey, "Magic, or as we usually say, Art. A framework for comparing European and African art,"

Artigo comleto: macgaffey.pdf (columbia.edu)

Comentários

  1. Boa noite,

    O artigo me fez questionar internamente pontos que entendia como definidos: a definição do que é arte, o embate entre a palavra e o visual (entendia anteriormente que as legendas e explicações de obras de arte em museus eram imprescindíveis à interação obra/visitante) e a impossibilidade de "tradução" da arte à partir do momento em que a tiramos de seu contexto.

    Segundo o texto, os objetos africanos começam a ser considerados arte a partir da década de 50, época que remonta ao período de independência nacional dos países do continente. Neste contexto, historiadores e etnógrafos contribuíram para conferir "artness (requisitos para se tornar arte)" aos objetos africanos (tríade artista/objeto x cliente/público x avaliador/conhecedor).

    Na arte africana, importante notar o conceito de "violência" com os objetos, que são retirados de seu local de produção (despidos de sua identidade, função e significação), roubados, confiscados, retalhados, repartidos e remodelados. O autor usa como exemplo os minkisi, classes de objetos (fetiches) produzidos pelos Bakongo no Congo Ocidental e sua ligação intrínseca com a palavra, já que há uma grande quantidade de apensos ao objeto, que visualmente podemos imaginar ou estimar, mas somente com a explicação mais detalhada seremos capazes de tomar entendimento de seu significado.

    Respeitosamente,

    Paulo Matos.

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